Objetivo é estimular a investigação e ampliar denúncias de irregularidades trabalhistas por meio de reportagens, que concorrem a premiações de até R$ 30 mil
Brasília, 28/08/2018 – Estão abertas até as 18 horas do dia 1º de outubro de 2018 as inscrições para o Prêmio MPT de Jornalismo 2018. Serão premiadas as melhores reportagens publicadas nas categorias jornal impresso e revista impressa, radiojornalismo, telejornalismo, webjornalismo e fotojornalismo, veiculadas de 1º de maio de 2017 a 26 de agosto de 2018. Além disso, haverá o Prêmio Especial MPT de Jornalismo e o Prêmio Especial Fraudes Trabalhistas, cujos valores variam entre R$ 5 mil a R$ 30 mil.
Promovido pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), o prêmio amplia o alcance de denúncias de veículos regionais e conscientiza a sociedade sobre a proteção de seus direitos diante de ilegalidades, como o trabalho escravo, o trabalho infantil, a discriminação, as fraudes, as práticas antissindicais e o desrespeito à saúde do trabalhador e à segurança no trabalho.
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Empregados trabalhavam, com frequência, mais que o limite diário de 2 horas extras
Natal (RN), 21/08/2018 – A empresa RM Serviços Auxiliares de Transporte Aéreo foi condenada, pela 12ª Vara do Trabalho de Natal, a regularizar a jornada de trabalho de seus empregados, bem como a pagar indenização no valor de R$ 150 mil por descumprir normas relativas à limitação de jornada e concessão de repouso semanal remunerado. A decisão decorre de ação civil pública do Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Norte (MPT-RN), com base em notícia de fato apresentada pelo Sindicato dos Aeroviários do Estado do RN.
De acordo com o sindicato, a empresa tinha a prática de não conceder aos empregados os intervalos intrajornada e interjornada, em razão do regime de “dupla pegada”. Fiscalizações realizadas pela Superintendência Regional do Trabalho no RN comprovaram as denúncias e constataram a política da empresa de não conceder intervalo para repouso ou alimentação de, no mínimo, uma hora e, no máximo, duas horas, aos seus trabalhadores, durante o expediente.
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Palestras abordaram, com exemplos práticos, a terceirização, a pejotização, o trabalho autônomo e a arbitragem
Natal (RN), 13/08/2018 – A aprovação da Lei 13.467/17, a chamada Reforma Trabalhista, e os caminhos a serem trilhados para a sua aplicação conforme a Constituição foram temas de palestras e debates em seminário na sede do Ministério Público do Trabalho do Rio Grande do Norte (MPT-RN), na última quinta-feira (9). O seminário objetivou aprofundar conhecimentos sobre o tema, ao abordar aspectos como as fraudes na terceirização e a nova arbitragem, buscando fortalecimento da proteção ao trabalhador. As palestras ocorreram ao longo do dia e lotaram o auditório da Procuradoria Regional do Trabalho da 21ª Região.
O seminário foi aberto pelo procurador-chefe do MPT-RN, Luis Fabiano Pereira. Ele lembrou o papel exercido pelo órgão nas discussões que antecederam a aprovação da nova legislação e a importância da promoção de eventos técnicos para propagar conhecimento sobre a nova realidade. “O MPT participou ativamente e aguerridamente da discussão durante a tramitação parlamentar. Temos agora que conviver, que enfrentar e interpretar a nova legislação, e adequar a nossa atuação para que seja mais adequada ao espírito da Constituição Federal de 1988”, apontou.
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Evento terá palestras sobre pejotização, trabalho autônomo e arbitragem
Natal (RN), 1º/08/2018 – O Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Norte (MPT-RN) promove, no próximo dia 9 de agosto, o Seminário “Reforma Trabalhista”, na sede do órgão, em Natal. Na programação, palestras e debates em torno de temas ainda bastante controversos após a sanção da Lei n. º 13.467/17, que modificou mais de 100 artigos da CLT, como terceirização, pejotização, trabalho autônomo e arbitragem. O evento, que começa às 9h, é gratuito.
A primeira mesa temática, “Terceirização, pejotização e trabalho autônomo – Análise face à nova regulamentação”, será aberta com palestras do procurador Regional do Trabalho Paulo Joarês Vieira, coordenador da Coordenadoria Nacional de Combate às Fraudes nas Relações de Trabalho (Conafret) do MPT e do procurador Regional do MPT-PI e coordenador regional da Conafret João Batista Machado Júnior. Participam como debatedores o subprocurador-geral do Trabalho e coordenador nacional da Conafret de 2010 a 2015, José de Lima Ramos Pereira e o procurador-chefe do MPT no Paraná e vice coordenador nacional da Conafret de 2010 a 2011, Gláucio Araújo de Oliveira.
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